Embrulhe a sua chave para não ser clonada – Motorguia
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Embrulhe a sua chave para não ser clonada

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Os ladrões conseguem copiar o seu comando à distância com muita facilidade. Já não precisam forçar fechaduras para levarem o seu carro em pouco menos de 60 segundos.

São cada vez mais os carros que usam o sistema de chave Keyless que também ativa a ignição… e os ladrões adoram. Todos os carros que arrancam com o pressionar de um botão de Start são possíveis vítimas deste tipo de roubo.

Atualmente os ladrões de automóveis são bem diferentes dos de antigamente que forçavam fechaduras e faziam ligações diretas. Os novos ladrões de automóveis são equiparados a hackers e limitam-se a estar perto de si (sem que se aperceba) no momento em que a sua chave/comando comunica com o carro, copiando o código de acesso que lhes permitirá levar a viatura quando estiver longe dela.

As Faraday Bags são uma forma de evitar a clonagem das chaves.

Os especialistas em cibersegurança deixam algumas recomendações aos proprietários, sendo a principal a possibilidade de envolver o comando em papel de alumínio. Desta forma o sinal emitido fica mais fraco e só funciona dentro do carro, ou seja, onde é realmente necessário. Desta forma os ladrões não conseguem captar o sinal, a não ser que se encostem ao automóvel.

No entanto, os ladrões utilizam equipamentos que recolhem a grande distância os códigos das chaves, mesmo quando estas estão dentro de casa, clonado depois o código para aceder ao veículo.

Atualmente já se encontram no mercado bolsas específicas para todo o tipo de chaves (procure por exemplo Faraday Bags) que tornam a tarefa dos bandidos mais dificultada.

Os construtores de automóveis também já despertaram para este problema e estão a desenvolver sistemas mais fechados de comunicação entre a chave e o carro.

Veja o vídeo e confirme como é fácil a clonagem das chaves.

Manutenção

Como limpar os pêlos dos animais no seu carro

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Quem tem animais domésticos e costuma viajar com o seu cão ou o seu gato tem sempre que lidar com os pêlos que eles deixam no interior do veículo. Em função da dimensão do nosso amigo de quatro patas ou das condições do próprio automóvel podemos ter em mãos uma tarefa difícil para remover os pêlos que naturalmente eles deixam no interior.



Para manter a higiene e o conforto de todos aqui lhe deixamos alguns conselhos sobre como lidar com o problema dos pêlos dos animais no interior do automóvel.

Use um resguardo para os bancos.
Um dos primeiros passos para amenizar o problema “capilar” é proteger os bancos com resguardos próprios para animais. Não resolve o problema pois os pêlos andam pelo ar e espalham-se pelo carro à mesma, mas facilita muito a limpeza pois a acumulação de pêlos no sítio onde animal viaja fica mais concentrada no resguardo e é mais fácil depois retirá-lo e limpar. Evita-se com isso que haja uma camada de pêlos “agarrada” ao estofo dos bancos e que por vezes não é fácil de remover.

Como limpar o interior
Boas escovas e um aspirador são essenciais para uma limpeza eficaz. Até há no mercado escovas específicas para limpar os pêlos dos animais dos estofos. Se os pêlos continuarem a não querer sair, pode sempre experimentar uma luva para escovar animais cujas capacidades de aderência podem ajudar a remover aqueles pêlos mais persistentes. Depois de tudo retirado passe com um produto de limpeza dos estofos para reduzir ou eliminar o odor do seu animal de estimação que possa ainda persistir no interior. Por fim não se esqueça que os plásticos também devem ser limpos pois os pêlos espalham-se por todo o lado e esses painéis não são exceção. Recorra a um produto de limpeza de plásticos e remova os pêlos que ainda restarem com um pano.

Quando limpar
Preferencialmente deve limpar, pelo menos a zona onde esteve o seu animal de estimação, logo após a viagem. Desta forma evita a acumulação de pêlos e a permanência do cheiro no habitáculo durante mais dias. Mas isso pode não ser possível e como tal esta tarefa deve ser feita, no mínimo, uma vez por mês.

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Manutenção

Descubra se a embraiagem tem problemas

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A embraiagem é um componente de desgaste que, tal como as pastilhas e travão ou os amortecedores, tem de ser substituído, mais tarde ou mais cedo, por ter atingido o limite da sua longevidade. Assim, é conveniente que se aperceba dos sintomas que indicam que a embraiagem já não está nas melhores condições.



Para ajudar a diagnosticar o estado da embraiagem do seu veículo aqui lhe deixamos alguns indicadores:

Atenção ao pedal da embraiagem
A forma como o pedal da embraiagem atua na sua função de embraiar e desembraiar é um dos indicadores do desgaste da embraiagem. Se quando pressiona o pedal da embraiagem sente que este exige cada vez menos pressão para acionar a embraiagem, então isso pode ser um sinal que esta está a dar as últimas.

O motor acelera mais do que esperado
Se sempre que engata uma mudança o motor sobe de rotação logo antes da mudança ser engrenada, isso pode acontecer porque o volante do motor não está a acoplar corretamente com a embraiagem que pode estar gasta.

Rotações inconstantes
Se por exemplo ao subir uma rua inclinada o motor tem um trabalhar inconstante e as rotações não estão estáveis isso pode significar que o disco da embraiagem não está a ter a tração necessária para se manter acoplado ao volante do motor, fazendo com que patine de forma intermitente.

Cheiro a queimado
Quando os elementos da embraiagem começam a aquecer porque estão a patinar começa a surgir um cheiro a queimado (o que no passado se costumava dizer que “cheira a ferodo”) e isso é mais um sintoma grave que a embraiagem já está a encomendar a alma ao criador.

A embraiagem patina na aceleração
Se fizer uma aceleração um pouco mais vigorosa e sentir que o motor sobe a rotação, mas isso não se reflete de forma gradual no aumento de velocidade, isso também indica que a embraiagem está desgastada e patina ao tentar acoplar ao volante do motor porque já não tem aderência.

Além destes indicadores mais evidentes esteja atento sempre que a suavidade das passagens de caixa deixar de ser a mesma e não se esqueça que sempre que trocar o disco da embraiagem o mais provável é ter de trocar o volante do motor também. Este certamente também estará desgastado e falamos de duas peças de contacto e fricção, ou seja, se o volante do motor estiver desgastado ele irá causar rapidamente um desgaste irregular ao novo disco de embraiagem danificando-o mais rapidamente. Além disso, o mais provável é que as duas peças não “casem” bem, originando problemas de suavidade nas mudanças de caixa. Desta forma é sempre conveniente substituir o kit completo, disco de embraiagem e volante do motor, assegurando assim o correto contacto entre estas duas importantes peças. Claro que o preço não é o mesmo, mas tem a garantia que o custo se fica por aqui e que pouco tempo mais tarde não tem de regressar e ter mais faturas para pagar relacionadas com a embraiagem.

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Manutenção

Como limpar os estofos do seu carro

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Os estofos do seu automóvel são um dos elementos do habitáculo que mais sofre com o passar do tempo. A sua utilização constante e longos períodos sujeitos à ação do sol ou do calor acabam por deixar a sua marca e os estofos acusam o desgaste.



É por isso importante que de forma regular esteja atento e vá limpando os estofos, algo que irá ajudar a manter o bom aspeto do interior e em último caso se surgir o dia em que tenha de vender o seu carro, então um interior bem cuidado irá dar o seu retorno no valor de retoma.

Comece por aspirar
Ao aspirar vai remover o pó dos estofos e do interior do carro. Se os estofos forem em pele não exagere muito para não ofender a mesma, mas tenha especial cuidado nas dobras e junções do banco para remover todos os resíduos que aí se acumulam com o tempo, sejam os estofos em pele ou tecido.

Lave com produtos adequados
Lavar um estofo é pele é mais simples pois um normal produto de limpeza como sabão neutro ou um gel de banho (também neutro) podem fazer um bom trabalho, afinal os estofos em pele são… em pele. Já nos estofos de tecido é aconselhável recorrer a um produto de limpeza de tecidos ou até mesmo produtos específicos para os estofos de um automóvel. No caso dos estofos em tecido é agora a hora de esfregar bem o produto com uma escova com cerdas macias ou já gastas para não ser muito abrasiva no tecido. Nos estofos em pele esse trabalho pode ser feito com um pano.

Limpe a superfície
Recorrendo a um pano pode sempre insistir nas zonas do estofo de tecido que possam estar manchadas de forma a que o produto de limpeza faça melhor o seu trabalho atuando numa nódoa por exemplo. Com um pano pode retirar o excesso de produto, preparando o estofo para o passo seguinte.

Aspire novamente
No caso dos estofos de tecido pode voltar a aspirar no final pois isso ajudará a remover o que resta do produto de limpeza, ao mesmo tempo que ajuda a secar o tecido do estofo.

Cuidados profissionais
Se não tiver disponibilidade ou não for grande fã do “faça você mesmo”, pode sempre recorrer a empresas especializadas na limpeza e recuperação de estofos que já possuem os equipamentos e produtos adequados e também a experiência neste tipo de trabalho. Tem o seu custo, mas por vezes pode compensar pois os estofos podem ganhar uma nova vida de uma forma que você não esperava, com evidente benefício para o ambiente a bordo ou para o valor de retoma do seu automóvel.

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