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Um Mazda MX-5 com 15 anos por 34.000 euros

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O Mazda MX-5 será, muito provavelmente, o mais famoso roadster do mundo. É, isso é certo, o mais vendido em todo o mundo.

Como tal, pode ser estranho classificar algum exemplar como raro ou especial, até porque já foram produzidas inúmeras séries especiais. Contudo, há umas mais especiais do que as outras, como é da versão Roadster Coupé da segunda geração do pequeno Miata, conhecida como NB. Disponível apenas no mercado japonês, foram produzidas apenas 179 unidades com esta carroçaria de tejadilho fixo, divididas por quatro motorizações, sendo a mais  potente aquela que é mais deseja, graças ao seu motor 1.8 com 158 cv, apelidada de Type S, e da qual foram construídas apenas 63 anos.

Com base nisto, há quem esteja a pedir, em Hong Kong,  cerca de 34.000 euros por uma destas unidades. Sim, é bem mais do que aquilo que custa, em Portugal, um Mazda MX-5 novo com 131 cv. O vendedor justifica o preço pedido com a já indicada raridade, com os 48.000 km percorridos e com o facto deste exemplar ter sido restaurado de A a Z.

 

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Café pode ser o plástico do futuro nos carros

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A busca por alternativas aos materiais com origem nos combustíveis fósseis está mais viva do que nunca e criar uma solução válida para os plásticos utilizados na indústria automóvel é uma área que tem tido muita pesquisa e desenvolvimento.

A McDonald’s e a Ford estão a trabalhar em conjunto para desenvolver um tipo de bioplástico com base em café. Esta alternativa utiliza as pequenas cascas que sobram do café quando este é torrefeito e que até agora são apenas sobras e desperdício.

A McDonald’s é uma das grandes produtoras de café, como é compreensível, e em parceria com a Ford, um dos maiores construtores automóveis a nível mundial e já conseguiram que esta solução alternativa fosse utilizada para a construção dos suportes das óticas e vários plásticos que normalmente se encontram no habitáculo dos veículos.

O processo de fabrico passa pelo aquecimento das cascas de café num ambiente com pouco oxigénio para que estas não entrem em combustão, sendo então misturadas com uma menor parte de plástico formando pequenos pellets que são depois utilizados para o fabrico das peças.

O resultado é um material mais leve em cerca de 20% e ao ser aplicado nos suportes das óticas que são sempre peças de alguma dimensão e sujeitas às temperaturas elevadas das lâmpadas constatou-se que este material tem um melhor comportamento que o plástico normal.

Além de tudo isto a produção deste plástico com base em café consome menos energia o que o torna também vantajoso no processo de fabrico.

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Os Mini elétricos serão produzidos na China

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O Grupo BMW e a chinesa Great Wall Motor anunciaram a criação de uma joint venture que irá gerir uma fábrica em Zhangjiagang, na província de Jiangsu, na China, unidade que será a responsável pela produção dos futuros modelos elétricos da Mini.

A Spotlight Automotive, nome dado à empresa que nasce desta parceria, irá construir e gerir a fábrica num projecto avaliado em 650 milhões de euros e que deverá ficar pronta em 2022. Esta unidade fabril empregará cerca de 3.000 empregados, sendo capaz de produzir qualquer coisa como 160 mil veículos por ano.

O grupo alemão no entanto assegura que a Mini continuará a ter em Oxford, no Reino Unido, as suas instalações principais onde, para já será produzido o Mini elétrico que deverá ser lançado em breve.

A nova fábrica em território chinês produzirá também modelos da Great Wall Motor mas para a Mini é um importante passo para um aumento na produção para expandir ainda mais a marca a nível global, tornando-a ainda mais apelativa em alguns mercados

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Próximo Mazda MX-5 pode ser eletrificado

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A Mazda está a ponderar várias opções para a próxima geração do MX-5 no que toca à sua propulsão, sendo que a via da eletrificação afigura-se como bastante provável.

O mais famoso dos roadsters nasceu há 30 anos e está agora na sua quarta geração. Comum a todas elas é o foco no prazer de condução, alcançado através do equilíbrio do chassis, do baixo peso e da tração traseira. E se é verdade que a eletrificação não impede a tração traseira, o mesmo não se pode dizer do equilíbrio do chassis e do baixo peso.

Um sistema elétrico, ou híbrido, acrescenta sempre bastante peso e, para os responsáveis da marca nipónica, é crucial manter o peso o mais reduzido possível. Por isso, segundo estes, a eletrificação só irá avançar se este último fator estiver garantido.

A ideia de eletrificar o MX-5 surge da mudança de mentalidade dos consumidores, onde mesmo os mais puristas já se preocupam em ser amigos do ambiente.

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