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Trotinetes sem lei

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Em Portugal pode fazer o que quiser e andar por onde bem entender porque não há legislação específica que impeça o uso das trotinetes. Já em Espanha a DGT está a preparar legislação para colocar a nova saga das trotinetes dentro da lei e multar quem não cumprir as regras.

As capitais europeias e as grandes cidades estão a ser alvo de uma invasão de trotinetes que promete dar que fazer às autoridades locais. A cidade de Lisboa foi inundada de trotinetes, com a autorização da Câmara Municipal de Lisboa, que são largadas pelos passeios causando transtorno a que neles circula e aos cidadãos com mobilidade reduzida – e em especial aos invisuais que tropeçam e caem – por causa destes elementos estranhos largados pelos passeios da capital.

No que à circulação diz respeito, as trotinetes quando misturadas com a falta de civismo e a negligência, são autênticas “bombas” prontas a potenciar acidentes graves. Os utilizadores deste novo tipo de “mobilidade urbana” circulam, nas ruas, avenidas, passeios, ciclovias e passadeiras, a velocidades impróprias e sem respeitarem regras, desprovidos de elementos de segurança como um simples capacete. E tudo isto sem que a polícia saiba o que fazer ou que leis aplicar a quem faz uso das trotinetes.

Em Espanha, a morte de uma mulher atropelada por uma trotinete colocou em causa todo o sistema desregulado, semelhante ao de Portugal, obrigando a Direção Geral de Tráfego (DGT) a tomar medidas imediatas. A lei será aplicada pelos municípios de acordo com as características das localidades. O principal objetivo é retirar as trotinetes da circulação nos passeios e encaminhar estes veículos para as ciclovias e estradas com menos trânsito.

Devido à quantidade e diversidade das trotinetes atuais, com, motores e velocidades diferentes, o principal obstáculo para o legislador está na categorização dos veículos. Também as idades dos utilizadores vão estar em foco, sendo que tudo aponta para os 16 anos como idade mínima para usar as trotinetes na via pública.

A velocidade máxima que o legislador espanhol pretende implementar é de 25 Km/h, sendo que todas as trotinetes terão de estar limitadas a esta velocidade. Todas as que quiserem circular acima desta velocidade vão ter de possuir matrícula e o limite será de 45 km/h. O uso de capacete é obrigatório em todos os tipos de trotinete.

Tudo ainda está a ser discutido, mas aponta para uma lei que regule este novo tipo de mobilidade urbana e que já começa a registar muitas queixas e acidentes.

Em Portugal tudo continuará na mesma. Não se admire se um destes dias encontrar uma trotinete a todo o gás em plena A1.

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Mustang Mach-E, um choque para os puristas

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A Ford acaba de apresentar no Salão Automóvel de Los Angeles o novo Mustang Mach-E, um SUV elétrico que tendo o nome da linhagem Mustang promete franzir o sobrolho a muitos fãs do puro “american muscle”.

Olhando para o Mustang Mach-E são óbvias as ligações com o Mustang, o formato da grelha frontal, das óticas, os grupos óticos traseiros, mas colocando o foco no conceito, este coloca-se um pouco nos antípodas do puro Mustang.

Este Mach-E é um SUV elétrico um modelo bem longe do músculo americano de um Mustang no seu estado mais genuíno. Será este um dos grandes desafios da Ford com o Mustang Mach-E: lidar com os fãs e incondicionais aficionados puristas do Mustang.

Entende-se o lançamento de um modelo desta natureza no período que o mercado atravessa, mas já não será tão linear explicar a ligação ao nome Mustang. No entanto, há um público que privilegia um modelo polivalente, versátil, alternativo em termos de motorização, mas que mantenha uma estética com caráter e, neste caso, associado a um nome com pedigree.

Como automóvel, o Mustang Mach-E surgirá com várias versões, com duas opções de bateria, uma de 75,5 KWh com 258 cv de potência e uma autonomia padrão de 450 quilómetros e outra de 98.8 KWh que lhe permite chegar aos 600 quilómetros de autonomia e presentear o condutor com 285 cv de potência sob o pé direito.

Além disso, há ainda a opção por um modelo de tração traseira ou integral sendo que este último naturalmente influencia os valores de autonomia para um patamar um pouco inferior aos do modelo com tração traseira.

Estima-se que chegue ao nosso mercado em finais do próximo ano, sendo que para já ainda não há indicações quanto ao seu preço de comercialização, mas a marca já está a aceitar pré-encomendas para o Mustang Mach-E.

Aqui lhe deixamos ainda o vídeo de lançamento do Ford Mustang Mach-E:

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Ferrari Roma, a nova pérola do Cavallino

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O novo Ferrari Roma traz de volta todo o encanto, beleza e elegância italiana e não é por acaso que a casa de Maranello o apelida de “la nuova Dolce Vita”.

Este coupé acabado de lançar pela Ferrari conta com um motor V8 posicionado de forma central dianteira, capaz de debitar 620 cv de potência às 7.500 rpm, unidade que pertence à mesma família de motores que venceu o prémio de Motor do Ano (“Engine of the year”) durante quatro anos consecutivos.

Conta com uma caixa de dupla embraiagem de oito velocidades e é capaz de acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,4 segundos e dos 0 aos 200 km/h em 9,3 segundos tendo como velocidade máxima os 320km/h.

Inspirado nos modelos de linhas fluídas das décadas de 50 e de 60, o Ferrari Roma apresenta-se como um Gran Turismo repleto de charme como nos mostra o vídeo oficial da marca do Cavallino:

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Mercedes G poderá passar a elétrico

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O mítico Mercedes Classe G já com mais de 40 anos de historial tem sido apontado como um dos modelos que a marca alemã irá deixar de produzir.

Tratando-se de um dos modelos mais competentes fora de estrada, mas com consumos muito elevados, o Classe G é um modelo complexo de encaixar nas tendências atuais e futuras do mercado.

No entanto Sasha Pallenberg, um dos responsáveis pela parte de transformação digital da Daimler fez um Tweet que deixa esperançosos os fãs desde modelo já que refere que Ola Kallenius, o CEO da Daimler, deseja fazer do Classe G um bem sucedido modelo todo-o-terreno elétrico, mantendo assim os pergaminhos do G, mas enquadrando-o nos novos desígnios da mobilidade, perpetuando assim o legado de uma das mais respeitadas siglas do fora de estrada.

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