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Estado apoia “negócio” dos combustíveis?

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O barril de petróleo baixou 20 dólares nos últimos 45 dias e mantém a tendência de queda que já vai nos 20%. No entanto, os combustíveis não baixaram nas últimas quatro semanas e apenas baixam 1,5 cêntimos amanhã. Quem está a ganhar com este negócio?

Quem está a ganhar milhões com a retenção dos preços dos combustíveis? Será o Estado português leva mais de 60% da fatia deste jackpot pago pelos automobilistas e empresa? Certo é que a ajuda das gasolineiras é essencial e não é de estranhar que tentam por tudo manter os preços e tentar manter o desfasamento dos preços entre o barril e ponto de venda.

Quando os preços do barril sobem na semana seguinte os preços sobem de imediato. É caso para dizer: sobem como uma flecha e descem como uma pluma. Este negócio envolve muitos milhões de euros a distribuir pelos refinadores, distribuidores e Estado português.

Fonte: Nasdaq

Na análise aos gráficos publicados podemos verificar que o preço barril de crude em abril estava ao mesmo preço da passada sexta-feira, com a diferença que em abril o valor do gasóleo (por exemplo) estava nos 1,35 euros, enquanto à data de hoje está nos 1,47 euros, bastante longe dos 1,35 euros de abril.

Amanhã os preços descem 1,5 cêntimos e até parece um favor que fazem aos consumidores. Todos os partidos políticos estão passivos em relação a esta matéria. As associações de consumidores de combustíveis não existem em Portugal e não há quem defenda consumidores particulares e empresas deste super-negócio.

Fonte: maisgasolina.com

Vamos ficar atentos à tendência dos preços e fazer a nossa parte na divulgação deste negócio que tira milhões de euros dos bolsos dos consumidores portugueses que não têm oportunidade de abastecer em Espanha.

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Covid-19 dá nova vida aos Drive-ins

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A pandemia do novo Coronavírus que afeta a população mundial tem levado à busca de alternativas seguras para as mais variadas atividades, na tentativa de manter alguma normalidade nas rotinas das sociedades. Nesse sentido assistimos hoje ao regresso do conceito dos Drive-ins.



Com os limites impostos pelo Covid-19, nomeadamente no que diz respeito às reuniões de caráter social, que levaram ao encerramento de cinemas, teatros e locais de culto como as igrejas, por exemplo, o conceito de Drive-in volta a ganhar força com a reunião de espetadores em torno de um ecrã gigante de cinema para assistirem a um filme, ou no parque de estacionamento de igrejas para a celebração de uma missa.

Assim, na segurança dos seus veículos os presentes garantem o distanciamento social que a segurança impõe, mas continuam a poder celebrar o seu culto ou apenas aliviar a mente com um bom filme. Compreensivelmente, este fenómeno está a ter uma forte implementação nos Estados Unidos onde o conceito está bem enraizado na cultura norte-americana. Foi neste país que o primeiro Drive-in surgiu em 1915 sendo a década de 50 a responsável pela sua forte implementação graças ao aumento da aquisição de automóveis por parte dos americanos.

O papel do automóvel como elemento de segurança e de contenção da transmissão já tinha surgido com os testes ao Covid-19 feitos em instalações estilo “Drive-thru” como aliás já temos algumas em funcionamento no nosso país, mas agora com este “regresso” dos Drive-ins é curioso verificarmos que o automóvel reforça o seu papel fundamental na liberdade do homem, indo neste caso mais além da sua função primária que é garantir a mobilidade.

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Ford ajuda Cruz Vemelha

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A Ford Lusitana acaba de estabelecer um acordo com a Cruz Vermelha Portuguesa através do qual cede de imediato dez viaturas da sua frota para auxiliar esta instituição humanitária num momento tão complexo como o que vivemos por causa do novo Coronavírus.



Este acordo já está em vigor e manter-se-á durante o período em que Portugal estiver em estado de emergência e neste conjunto de modelos a Ford cede três Puma Hybrid, um Kuga, três Focus, um Mondeo, uma Galaxy de sete lugares e uma Ranger Raptor. Estes modelos irão circular com identificação da Cruz Vermelha e que se destinam ao transporte de doentes, ao apoio domiciliário e a outras funções que sejam necessárias no quadro da prevenção e controlo da pandemia do vírus Covid-19.

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Seat vai fabricar ventiladores

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Em resposta aos problemas causados pela pandemia do vírus Covid-19 que assola todo o mundo e Espanha de forma particularmente forte, a Seat converteu uma parte da sua fábrica de Martorell para produzir ventiladores.



A linha de montagem do Seat Leon, especialmente aquela em que até agora era produzido o eixo dianteiro deste modelo passou a produzir ventiladores numa tarefa que envolve 150 trabalhadores de várias áreas da empresa.

As novas unidades de ventiladores utilizam os motores dos limpa pára-brisas e foram feitos 13 protótipos em apenas uma semana para chegar ao modelo final que que deverá entrar em produção. Neste momento estão ainda a ser feitos testes necessários para a homologação deste aparelho, tão importante para salvar vidas nesta luta contra o novo Coronavírus.

Veja como decorreu este processo neste vídeo da Seat:

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