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Volkswagen Golf (2013 – …)

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A sétima geração do icónico modelo da marca alemã continua a ter o charme habitual com linhas que o identificam ao primeiro olhar.

Parece não ser uma evolução tremenda da anterior geração, mas o Golf de 2012 conseguiu incluir um excelente lote de inovações e continuar a posicionar-se como uma das referências do seu segmento. Com uma imagem de marca muito forte entre nós, O Golf continua a ser um dos carros que menos desvaloriza face aos seus rivais.

Com um nível de equipamento muito interessante logo nas versões de acesso, o Golf carrega tecnologia, conforto interior e bons acabamentos. Junta-se um chassis muito eficiente e motores económicos e consegue-se manter intacta a preferência dos clientes.

Menos interessante a dureza da suspensão dianteira em pisos irregulares e uma eletrónica caprichosa que irrita os proprietários, são alguns dos aspetos menos positivos deste Golf. Podia ser mais espaçoso em relação à habitabilidade traseira numa plataforma que merecia melhor aproveitamento neste capítulo.

Motores

A gama de motores é tão vasta que os clientes podem ficar indecisos. Nos blocos a gasolina começa com o 1.0 TSI de 115 cv, um três cilindros com turbo. Tem depois o 1.2 TSI de 85 cv e segue na mesma cilindrada com potências de 105 e 110 cv. Continuando nos motores a gasolina existe o 1.4 TSI com potências de 125, 140 e 150 cv e terminar com o 1.4 GTE de 204 cv. Mais recente o 1.5 TSI de 150 cv. Sobra o 2.0 TSI GTI de 220 e 230 cv.

Na oferta Diesel existem dois blocos, o 1.6 TDI de 90 e 110 cv e os 2.0 TODO de 150 e 184 cv.

Não faltam opções de motor. O difícil é escolher.

Principais avarias e problemas

O consumo excessivo de óleo é imagem de marca dos motores VW. Os 2.0 TDI 150 e 1.5 TSI 150 seguem a saga da marca e registaram um consumo anormal de óleo. Nos gasolina também aconteceu idêntico problema devido a falhas de funcionamento da bomba de óleo. O 1.6 TDi revelou um turbo fraco e problemático. Nos 1.4 TSI 125 a bomba injetora de alta pressão também deu problemas.

O ar condicionado de alguns modelos das primeiras séries deixava escapar o gás e registaram ruídos diversos no sistema de climatização. A caixa automática DSG 7 veio com um lubrificante não indicado e revelou disfunções de funcionamento.

Eletrónica com vários registos de erros no GPS e auto-rádio que obrigaram a reconfigurações diversas.

Borrachas vedantes das portas de má qualidade montadas em diversas unidades provocavam ruídos incómodos a partir dos 100 km/h e foram substituídas em garantia.

Volkswagem Golf
7.7 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Comportamento dinâmico
Acabamentos
Facilidade de condução
Contras
Preço
Habitabilidade traseira
Suspensão ruidosa
Fiabilidade7.5
Custos de manutenção6
Desvalorização8.5
Qualidade dos materais8
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança8
Conforto7.5
Consumo combustível8
Comportamento dinâmico7.5
Performance8
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Alfa Romeo MiTo (2008-…)

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Mais que um utilitário a Alfa Romeo queria que o Mito tivesse uma personalidade de desportivo em busca de um cliente mais jovem, rivalizando com modelos como o Mini Cooper ou o Audi A1, em especial no preço. Não foi bem sucedido mas abriu caminho para uma nova geração de produtos da marca italiana.

Por ser um automóvel muito compacto consegue um comportamento dinâmico muito interessante e desportivo, embora um pouco brusco e até difícil de controlar quando equipado com os motores de 140 e 170 cv. O seu estilo cativante tanto por fora como por dentro não deixam ninguém indiferente. Falha na qualidade dos plásticos que não se comparam aos do Mini e do Audi A1. Habitabilidade traseira sofrível e de difícil acesso. A visibilidade traseira também é escassa.

Com os motores Diesel consegue consumos muito simpáticos, mas perde a essência de desportivo.

A fiabilidade do MiTo foi o seu maior handicap, com problemas diversos ao nível dos motores, uma herança que veio dos 1.3 Multijet da Fiat que foram somando problemas ao serviço da Alfa Romeo.

Motores

O MiTo (o nome é uma mistura dos termos Milão, onde são feitos Alfas, e Turim, onde eles são construídos) está disponível apenas com carroçarias de três portas, e está equipado com uma gama pouco habitual de motores, onde se inclui um motor de dois cilindros a gasolina animado por um turbocompressor de tamanho reduzido de 85 cv ou 105cv, um avançado MultiAir 1.4 a gasolina que consegue abranger cinco potências distintas: 105, 120, 135, 140 e 155 cv e uma versão do mesmo bloco 1.4 turbocomprimido de 170 cv que ostenta o emblema desportivo Quadrifoglio Verde.

Nos Diesel a oferta resume-se ao 1.3 JTDM com 85, 90 e 95 cv e o 1.6 JTDM com 120 cv.

Principais avarias e problemas

Nos motores 1.4 a gasolina a bomba de combustível da versão de 155 cv registou avarias relacionadas com a cartografia do motor. Na mesma versão de 155 cv também foram detetadas fugas do líquido de refrigeração.

O 1.3 JTDM teve problemas com a válvula EGR e com o FAP (Filtro de partículas) ao ponto de perder potência e quebra de funcionamento. Também os turbos foram problemáticos a par dos injetores que também registaram problemas. O motor 1.3 JTDM é de evitar.

O motor 1.6 JTDM teve de receber reprogramação para erradicar um problema com o FAP, assim como avarias no turbo que levavam a perdas de potência constantes. Também neste motor foram encontrados problemas de fuga de água do sistema de refrigeração do motor. As baterias do 1.6 JTDM tiveram de mudar os cabos.

Em todas as versões de motor foram registadas disfunções na climatização e na parte eletrónica ao nível dos sistemas Start/Stop e do DNA.

Foram registadas perda de assistência na direção e volantes mal montados (descentrados).

Alfa Romeo MiTo (2008-...)
7.1 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Design exterior e interior
Comportamento
Posição de condução
Contras
Fiabilidade dos motores Diesel
Desvalorização
Habitabilidade
Fiabilidade5.5
Custos de manutenção7
Desvalorização7
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira6
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível8.5
Comportamento dinâmico8
Performance7.5
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Seat Leon (2005-2012)

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O Leon de 2005 veio cortar com o estilo do anterior mantendo umas linhas agressivas que não deixou os fãs dececionados.

Tem um interior que rivaliza com os seus “primos” da VW apesar dos plásticos interiores não serem de qualidade elevada e a habitabilidade traseira não estar ao nível do VW Golf ou do Ford Focus.

O mais importante neste Leon encontra-se no momento em que nos sentamos ao volante. Tem um “feeling” de desportivo e não desilude na dinâmica, apresentando um comportamento dinâmico preciso associado a um leque de motores muito interessante.

A manutenção do Leon não é das mais baratas e os intervalos de revisões podem aumentar os custos. Desengane-se se pensa que a Seat está num nível inferior de valores de manutenção em relação à VW. Os fornecedores de componentes são os mesmos e os preços são similares.

Motores

O line-up de motores do Leon teve 13 opções a gasolina, nove propulsores Diesel e uma opção a GPL.

Na oferta a gasolina pode eleger-se o 1.2 TSI (105 cv), 1.4 (86 cv), 1.4 TSI (125 cv), 1.6 (102 cv), 1.8 TSI (160 cv), 2.0 FSi (150 cv), 2.0 TFSI (185 cv), 2.0 TFSI FR (200 cv), 2.0 TFSI Cupra (241 cv), 2.0 TFSI Cupra R (265 cv), 2.0 TFSI Copa Edition (286 cv), 2.0 TFSI Cupra 310 (310 cv). A versão a GPL tem um a cilindrada de 1,6 litros com 102 cv.

Os motores Diesel têm um leque de potência muito alargado a começar no 1.6 TDI (105 cv) e seguem-se os 1.9 TDI (90 e 105 cv), 2.0 TDI (136, 140 e 170 cv).

Principais problemas e avarias

Vários registos de entrada em modo de segurança devido a defeito no sensor de temperatura. Luz de airbag que se liga sem motivo devido a um defeito na ficha por baixo do banco do condutor. Luz de DPF (Filtro de Partículas) a surgir no painel de instrumentos sempre que a DPF fica bloqueada. Este problema deve-se ao facto de veículos que fazem pequenos percursos e não conseguem regenerar o sistema.

Borrachas defeituosas nas portas dianteiras que deixam entrar água no habitáculo.

Seat Leon (2005-2012)
7.9 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Comportamento dinâmico
Gama de motores
Posição de condução
Contras
Habitabilidade traseira
Bagageira
Habitabilidade traseira
Fiabilidade8
Custos de manutenção7.5
Desvalorização7.5
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira7
Segurança8
Conforto8
Consumo combustível8
Comportamento dinâmico9
Performance9
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BMW Série 5 (2003-2010)

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O Série 5 do século XXI não teve uma carreira feliz em matéria de fiabilidade. Tem espaço, bom comportamento dinâmico e requinte a bordo, mas a fiabilidade dos motores Diesel deixou muitos clientes desagradados.

Vendido em versões Sedan e Touring o Série 5 (E60) seguia a identidade da BMW e os maois acérrimos da marca bávara aceitaram-nos de braços abertos. O prazer de condução está lá por inteiro, mesmo que o conforto da suspensão não seja extraordinária apesar de cumprir bem com a maioria dos percursos. O comportamento dinâmico é um dos pontos mais fortes e a facilidade de condução deixa a sensação de ser um carro pequeno (que não é) dada a agilidade que apresenta.

Qualquer versão de equipamento está muito bem apetrechada e o cliente tem ainda ao seu dispor uma extensa lista de opcionais que lhe permite carregar o Série 5 com tudo o que entender, assim a sua conta bancária o permita.

A carrinha Série 5 tem uma bagageira imensa e um espaço para os passageiros ao nível de uma limousine de luxo. A BMW não poupou na qualidade dos materiais que revestem o interior e tornou o E60 uma referência nessa matéria.

Os motores que equipavam o 520d não tiveram um histórico de fiabilidade ao nível dos pergaminhos da marca. O 525 e o 535d não deram quase nenhuns problemas mecânicos e são a melhor opção como usados.

Também o sistema iDrive que controla a climatização e o rádio surgiu muito confuso de operar e foi apontado como um dos equipamentos que mais queixa recebeu dos clientes.

Motores

A gama de motores do Série 5 não era muito extensa. Com cinco opções a gasolina e quatro Diesel, os blocos de quatro e seis cilindros em linha tinham a particularidade de serem todos eles muito silenciosos.

Na gama a gasolina poderá encontrar o 523i de 177 e 190 cv, 525i de 192 e 218 cv, 530i de 231, 258 e 272 cv e ainda o 540i e 550i de 333 e 367 cv, terminando com o M5 que apresenta um V10 de 5,0 litros com 507 cv.

Os motores a gasóleo começavam com o 520d de 163 e 177 cv e seguiam-se o 525 d/xd de 177 e 197 cv, 530d/xd de 218, 231 e 235 cv e fechava com o 535d de 272 e 286 cv.

Principais avarias e problemas

Os motores a gasolina praticamente não registaram casos graves em matéria de mecânica. Já os Diesel tiveram no 520d diversos episódios de avarias graves que implicaram a reparação do motor ou troca por motores reconstruídos.

No 530d registaram-se situações de emissão de fumo excessivo devido a um problema na regeneração do FAP. O 525d e 535 foram chamados aos concessionários da BMW em junho de 2005 para trocar as bombas injetoras defeituosas.

Mais chamadas aos concessionários ficaram inscritas na história do E60 por defeito na direção ativa, em 2004; Bancos aquecidos que “escaldavam” devido a um cabo mal montado; Amortecedores em julho de 2006 para viaturas produzidas entre janeiro e abril de 2006 que tiveram de substituir os batentes de borracha traseiros.

A eletrónica também deu dores de cabeça devido a uma parametrização errada do ESP que obrigou a uma chamada em agosto de 2004.

BMW Série 5 (2003-2010)
8.2 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Comportamento
Qualidade de construção
Habitabilidade
Contras
Conforto em piso degradado
Fiabilidade dos Diesel
iDrive confuso
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7
Desvalorização9
Qualidade dos materais8.5
Habitabilidade e bagageira9
Segurança8.5
Conforto7.5
Consumo combustível8
Comportamento dinâmico9
Performance9
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