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BMW Série 1 (2004-2011)

Para quem gosta de conduzir, o BMW Série 1 é o melhor que o segmento tem para oferecer.

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O BMW Série 1 foi o primeiro verdadeiro rival do Audi A3, sendo logo um enorme sucesso. Tração traseira como um verdadeiro BMW e uma dinâmica à altura dos pergaminhos da marca, apresenta ainda uma possibilidade de personalização inexistente no segmento, assim como a presença de diversos opcionais pouco comuns. Há pouco espaço, mas a posição de condução é excelente, assim como excelente é a relação performance/consumo dos motores Diesel.

No caso dos raros motores a gasolina 116i e 118i, opte pelas versões mais recentes, que se distinguem através da presença stop&start, pois são mais agradáveis de conduzir e apresentam melhores consumos.

Fiabilidade
Neste capítulo, são os Diesel os motores onde deve ter os principais cuidados, principalmente se estivermos a falar do bloco N47, produzido a partir de meados de 2007. Aplica-se às versões 118d, 120d e 123d, que partilham sempre o bloco. No caso dos dois primeiros, além da potência passar de 122 para 143 cv e de 163 para 177 cv, respetivamente, a forma de distinguir que se trata do bloco N47 é através da presença do sistema de stop & start automático, que só está presente neste. O problema principal prende-se que a possibilidade de partir a corrente de distribuição. Se o motor não tiver um ruído de funcionamento certo, é bem possível que esteja perto de poder partir a corrente, o que obrigará a trocar o motor. Há solução, mas nunca com garantia total de que o problema não volte a surgir.

BMW Série 1 (2004-2011)
7.7 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Comportamento
Posição de condução
Prestações e consumos dos motores Diesel
Contras
Conforto
Espaço atrás
Equipamento de série
Sumário
Para quem gosta de conduzir, o BMW Série 1 é o melhor que o segmento tem para oferecer. Dinâmica de excelência e motores com prestações referenciais, garantem bons momentos ao volante. Cuidado com a fiabilidade de algumas das versões Diesel.
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização9
Qualidade dos materais8
Habitabilidade e bagageira7
Segurança8
Conforto7.5
Consumo combustível8.5
Comportamento dinâmico8
Performance7.5
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Volvo S80 (2006-2016)

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Sóbrio e elegante ao melhor estilo sueco e focado no conforto dos ocupantes, é assim que se apresenta o S80, a berlina de topo da marca nórdica na altura do seu lançamento.

A Volvo sempre foi uma das principais marcas a fazer frente à armada alemã no segmento premium das berlinas e o S80 foi uma das principais armas nessa luta fazendo valer a sua imagem de segurança associada a um excelente conforto.

Com um habitáculo espaçoso e um desenho do interior muito racional, funcional e equilibrado, o S80 oferece um bom nível de equipamento de série e apresenta uma boa qualidade de materiais e um elevado cuidado na montagem dos vários painéis.

A posição de condução é excelente e uma vez ao volante sente-se bem o conforto que o S80 oferece, fruto de uma suspensão suave e que só sai beliscado pelo surgimento de alguns ruídos aerodinâmicos a velocidades mais altas.

Com o foco no conforto este Volvo mostra-se demasiado filtrado nas suas reações e a própria plataforma aparenta não estar à altura de algumas das motorizações mais potentes.

Motores

A oferta de motores do S80 é muito vasta e isso justifica-se também pelo seu longo tempo de comercialização no mercado. Assim nas unidades a gasolina este Volvo conta com o 2.0T com 180 cv, o 1.6 T4 também com 180 cv, o 2.5T com 200 cv, o 2.0 T5 com 240 cv, o seis cilindros 3.0 T6 com 304 cv e o 4.4 V8 com 315 cv de potência.

Já no universo a gasóleo o S80 está equipado com o 1.6 D2 de 115 cv, o 2.0D de 132 cv, o 2.0 D3 de 163 cv, o 2.0 D4 de 181 cv, o 2.4D de 175 cv e o 2.4 D5 de 205 cv. Estes motores mostram-se algo ruidosos a regimes mais elevados.

Principais avarias e problemas
De um modo geral o Volvo S80 não apresentou ao longo do seu historial grandes problemas mecânicos com os seus motores, revelando-se muito fiável neste capítulo.

Alguns modelos equipados com arranque sem chave apresentaram algumas disfunções eletrónicas causando o acendimento das luzes ou o disparo do alarme por exemplo.

No caso dos S80 equipados com a caixa automática e que foram produzidos entre 2011 e 2013 pode ser necessária uma reprogramação da mesma.

Volvo S80 (2006-2016)
7.3 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Qualidade
Habitabilidade
Contras
Insonorização
Eficácia dinâmica
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização7.5
Qualidade dos materais7.5
Habitabilidade e bagageira8
Segurança8
Conforto7.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico7.5
Performance7
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Alfa Romeo 159 (2005-2013)

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A Alfa Romeo é uma das marcas históricas do mundo automóvel com o design dos seus modelos a ser uma das suas bandeiras. Neste 159 esses pergaminhos são bem defendidos com um modelo cujas linhas não deixam ninguém indiferente e que emanam caráter, charme e “cuore sportivo”.

Com o sucesso do 156 a Alfa Romeo não deixou esmorecer o entusiasmo e ainda conseguiu apurar a fórmula desta berlina com o 159. Melhorou nos materiais utilizados no interior e manteve uma envolvência muito própria com o design das linhas exteriores e do habitáculo. Parece um modelo feito a pensar no condutor e a envolvência da posição de condução comprova isso mesmo.

A beleza das suas linhas contudo tem um preço que se reflete num menor espaço nos bancos traseiros e numa bagageira cujo volume é algo reduzido considerando o segmento das berlinas familiares.

Face ao carater mais desportivo deste Alfa Romeo é normal que o conforto seja uma prioridade, mas não a maior prioridade, pois essa é dada ao prazer de condução e à eficácia dinâmica. Este 159 mostra-se incisivo, direto e com uma resposta pronta aos comandos do condutor e ainda assim consegue manter bons índices de conforto, sem esquecer que a afinação da sua suspensão não é das mais suaves.

Motores
Os motores do 159 estão alinhados com a sua alma e mostram-se rápidos na resposta e na subida de regime garantindo-lhe boas prestações. Os de menor cilindrada não têm a mesma alma dos que têm mais capacidade, mas ainda assim não comprometem em demasia.

A gama começa com as unidades a gasolina 1.8 MPI de 140 cv, 1.9 JTS com 160 cv, o 2.2 JTS com 185 cv, o 1750 TBi de 200 cv e o mais musculado 3.2 V6 com 260 cv.

Já a oferta Diesel é composta pelo 1.9 JTM com 120 e 150 cv, o 2.0 JTDM de 136 e 170 cv e o cinco cilindros 2.4 JTD com 200 e 210 cv de potência.

Principais avarias e problemas
Alguns dos primeiros modelos a gasolina apresentaram fugas de combustível. Já nos 159 equipados com motores Diesel o filtro de partículas pode sofrer danos se a utilização desta berlina for muito centrada em pequenos percursos. O 2.4 JTDM pode apresentar uns injetores frágeis e houve situações em que foi necessário substituir o coletor do escape.

O computador de bordo pode apresentar cálculos pouco fiáveis como o da autonomia, por exemplo, e a climatização também se pode mostrar pouco eficaz em alguns modelos.

Os 159 fabricados entre Outubro e Novembro de 2007 foram chamados de volta ao concessionário para substituir algumas borrachas que podiam dar origem a algumas fugas.

Alfa Romeo 159 (2005-2013)
7 Avaliação
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Estética
Prestações
Posição de condução
Contras
Volume da bagageira
Habitabilidade traseira
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção6
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico8
Performance7.5
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Opel Meriva (2010-2017)

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A segunda geração do Meriva representa uma mudança do foco da Opel que passou com este modelo a piscar o olho ao segmento dos monovolumes médios e não se ficou pelo segmento dos monovolumes mais pequenos como com a primeira geração. Este Meriva cresceu face ao anterior e apresenta outros argumentos.

Olhando para este Meriva de imediato um pormenor salta à vista: as suas portas traseiras que abrem ao contrário do habitual, ou como eram apelidadas antigamente “portas suicidas”. Esta solução além de dar um carisma muito próprio a este monovolume também lhe confere uma versatilidade extra que lhe aumenta a facilidade de utilização do espaço interior e a diversidade de soluções.

Bem desenhado por fora e por dentro, este Meriva tem um bom ambiente a bordo e nota-se que a sua modularidade foi melhorada para aproveitar bem o bom espaço que oferece aos ocupantes.

Trata-se de um modelo fácil de conduzir no dia-a-dia e revela-se suficientemente confortável para proporcionar uma boa viagem. O único reparo é que o trabalho da suspensão não consegue dominar muito bem os movimentos laterais da carroçaria, mas ainda assim este Opel consegue manter-se agarrado ao asfalto sem causar sustos de maior.

Motores
Os motores não são o ponto forte deste Opel. Apesar das unidades a gasóleo revelarem bons consumos, mostram-se algo ruidosas e não apresentam prestações que cativem por aí além. Neste campo o Mervia está equipado com o motor 1.3 CDTi com 75 e 95 cv e o mais potente 1.7 CDTi com 110 e 130 cv.

O bloco de 1.4 litros é a unidade que assegura a motorização a gasolina e surge em duas versões, a 1.4 com 100 cv de potência e a 1.4T turbocomprimida com 140 cv.

Principais avarias e problemas
Os motores 1.4 a gasolina podem revelar uma bomba de água algo frágil ao passo que as motorizações CDTi podem apresentar problemas com a válvula EGR e também com o filtro de partículas.

Foram reportados casos de falhas na climatização devido ao mau funcionamento do compressor e nos modelos produzidos entre 2010 e 2011 houve casos de anomalias com a bomba da direção assistida.

Foram verificadas também algumas falhas eletrónicas como o acendimento das luzes de aviso do ESP ou do diagnóstico do motor sem que houvesse razão para tal.

Opel Meriva (2010-2017)
6.9 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Versatilidade
Habitabilidade
Contras
Prestações
Eficácia dinâmica
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira7.5
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico6.5
Performance6.5
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