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Vantagens e desvantagens do sistema Stop & Start automático

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Hoje em dia, é difícil encontrar um automóvel novo que não possua o sistema automático de arranque e paragem do motor, vulgarmente designado como Stop & Start. Há mais de 30 anos que o sistema foi “inventado”, mas só em 2007, com os primeiros BMW Efficient Dynamics é que se começou a democratizar e a entrar no léxico automóvel.

Vantagens
O principal objetivo do sistema é a redução do consumo de combustível e, consequentemente, das emissões. Quando o motor está desligado, não consome combustível. Pode parecer irrevelante, mas não é. O consumo relanti não é negligenciável. Ainda em relação às emissões, e como explicado no nosso artigo sobre o WLTP, os impostos incidem sobre as missões. Por isso, quanto mais baixas, melhor para os consumidores. Obviamente, menor consumo implica também menor custo de utilização. A redução de emissões é ainda amiga do ambiente, por estar a falar da emissão de partículas poluentes. Menos importante para muitos será a redução dos níveis sonoros. Mas já imaginou estar parado no trânsito em silêncio total? E se for peão, ciclista, ou motociclista? Já imaginou?

Desvantagens
A fiabilidade é o que preocupa muitos automobilistas sempre que se fala neste tema. No entanto, até hoje, não há qualquer prova de que o sistema afeta a fiabilidade dos automóveis, pois todos os componentes estão preparados para lidar com o arranque constante do motor. Falamos da bateria e do motor de arranque. Contudo, em relação à bateria, não há nada que indique que a sua duração seja menor, mas é factual que as baterias para os automóveis com stop&start são bastante mais caras face às outras. A diferença poderá vir a diminuir com o tempo, mas, por agora, falamos numa diferença na ordem do triplo.
Ainda que apenas se aplique a alguns automóveis, a verdade é que o sistema nem sempre é simpático para o condutor e passageiros, seja por lento ou brusco no arranque. Daí haver sempre a opção de o desligar por intermédio de um botão, como vemos na imagem acima.


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Cuidados a conduzir com chuva

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Com a chegada da chuva o ambiente rodoviário muda consideravelmente e requer mais cuidados na condução de forma a evitar percalços e a garantir a sua segurança e a dos outros.



Com as primeiras chuvas as condições do piso mudam substancialmente. As primeiras águas que caem sobre o asfalto misturam-se com o óleo, gasóleo e demais resíduos que estão no asfalto e formam aquela película “espumosa” que prejudica substancialmente a aderência do veículo.

É um período particularmente propício a acidentes pois os condutores ainda estão a conduzir em “modo verão”, ou seja, muito confiantes na aderência típica de um piso seco, mas que entretanto mudou radicalmente.

Além deste período inicial, conduzir com chuva requer sempre uma mudança no comportamento ao volante. A aderência diminui com a presença da água, mas também a visibilidade fica substancialmente prejudicada tanto pela água no exterior do veículo como pela condensação no seu interior que embacia as superfícies vidradas.

Assim, o condutor deve:

Assegurar-se do bom estado dos pneus

Os pneus são o único elo de ligação do veículo à estrada, por isso devem estar nas melhores condições. Verifique o estado do piso, se não está gasto ou degradado e confirme também a pressão, certifique-se que está correta.

Ver bem e ser bem visto

Confirme também que todas as luzes do seu veículo estão a funcionar e com boa intensidade. Assim garante que de noite tem uma melhor visibilidade, mas ao mesmo tempo também assegura que a sua presença está bem evidente para os demais utentes da via.

Verificar o estado das escovas

Ver bem é determinante em tempo de chuva, por isso veja se as escovas limpa para-brisas estão em boas condições, se a borracha continua flexível e se não está quebradiça ou com falhas.

Adequar a sua condução

Com o piso molhado deve adequar a sua condução às condições do momento. Pelo menos duplicar a distância de segurança para o veículo da frente, ganhando tempo de reação. Evitar movimentos bruscos no volante, nas acelerações ou travagens. Conduza de forma suave e atenta.

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Sabe porque os cães perseguem os carros?

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É comum circular numa estrada, seja nacional ou local e de repente um cão surgir do nada e começar a correr atrás do nosso veículo, seja ele um automóvel ou uma moto. Sabe porque é que isso acontece?



Esse fenómeno é simples de explicar: trata-se apenas do instinto dos cães de perseguir a “presa” que vão “caçar”. O veículo é o seu alvo e eles perseguem-no. Mesmo que não o apanhem, é irresistível para alguns cães fazê-lo. É instintivo.

Como condutor não há forma de evitar a perseguição, mas se for o dono do animal e este tiver essas tendências de “caçador de automóveis” então pode contrariar este comportamento através do treino.

Treinando o seu cão antes que o momento da perseguição comece, desviando o seu foco, recompensando-o por isso e também. Além disso, reforçando o treino da ordem “fica” pode contrariar o instinto da perseguição. Quando consolidar esta ordem com o cão pode sempre testar e pedir a alguém, amigo, ou familiar que passe com o carro por perto para testar se o seu cão deixou de reagir ao estímulo da perseguição.

Como é natural manter o cão controlado por uma trela vai reduzir o seu raio de ação e ao mesmo tempo mantê-lo junto de si, tornando mais fácil o seu controlo.

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