A reinterpretação moderna do icónico Mini é, após 17 anos desde o seu lançamento, é objeto de desejo e paixão. Por isso, tornou-se um sucesso de vendas para a marca agora no seio da BMW, que não tardou a lançar diversas variantes de carroçaria.
A primeira geração (R50) moderna abriu as hostilidade em 2006, utilizando um bloco a gasolina oriundo de uma parceria com a Chrysler e um motor Diesel da Toyota.
O Cooper S é o mais desejado, graças ao seu motor 1.6 com 163 cv até setembro de 2004 e 170 cv a partir daí e até à segunda geração. As boas prestações acarretam consumos elevados. A versão Cooper, como o mesmo bloco, mas sem sobrealimentação, desenvolve apenas 115 cv e apresenta prestações medianas.
A versão One D debita apenas 75 cv, que passaram a 88 cv a partir de setembro de 2005. As prestações são sofríveis, mas os consumos são de bom nível, assim como a fiabilidade.
A dinâmica não tem rival no segmento, mas o conforto é escasso, tal como o espaço no banco traseiro e o equipamento de série.
Principais problemas e avarias
No casos dos motores sobrealimentados, foram chamadas mais de 10.000 unidades para substituição da bomba de água. Os casquilhos da suspensão têm uma duração bastante limitada. O sistema elétrico não é especialmente fiável, principalmente em elementos como o fecho das portas.
Avaliação MotorGuia
Mini
- Fiabilidade
- 6,0
- Custos de manutenção
- 6,0
- Desvalorização
- 9,0
- Qualidade dos materiais
- 6,0
- Habitabilidade e bagageira
- 4,0
- Segurança
- 7,0
- Conforto
- 5,0
- Consumo
- 6,0
- Comportamento dinâmico
- 9,0
- Performance
- 8,0
Pontos fortes
- Imagem
- Comportamento
- Desvalorização
A melhorar
- Conforto
- Prestações do motor Diesel
- Consumos do Cooper S



